APEDREJAMENTO
KATSINA (Nigéria) - Um tribunal islâmico da Nigéria adiou para 27 de agosto o julgamento da apelação de Amina Lawal, condenada à morte por manter relações sexuais fora do casamento. A corte alegou falta de quórum dos juízes. Amina, 31 anos e mãe solteira, foi condenada em março de 2002, logo após ter dado à luz, a ser enterrada até o pescoço na areia e depois apedrejada até a morte, como manda a lei islâmica (sharia). O caso atraiu a atenção mundial.