Edição de Domingo, 20 de Abril de 2003
 

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Opinião

O transporte coletivo

O momento por assim dizer histórico em que as autoridades municipais do Recife decidem topar de frente o problema a cada minuto mais grave do chamada transporte "alternativo", vale a pena recordar, sem saudosismo, que a cidade, já adulta há alguns decênios como terceira Capital do País em população, era uma urbe por inúmeros aspectos romântica. Romântica e lírica por suas artes e também pelos adornos que a natureza lhe prodigalizou: os rios e o mar, os arvoredos e tudo mais que faz da paisagem do Recife uma fisionomia agradável ao espírito. O curioso é que não contava então o Recife somente com as prendas a que nos referimos, obra da natureza. Completavam o cenário romântico os bondes de Casa Amarela, de Tejipió, os destinados a avançar até mesmo o território olindense, até o farol. De certa forma coloriam o ambiente recifense, também, os ônibus elétricos silenciosos, assépticos, dir-se-iam ecológicos no sentido atual da palavra.

  Pois, enquanto cidades no estrangeiro preservam esses meios de transporte coletivo, fazendo-os conviver em boa paz com outros transportes de massa, aqui a proverbial imprevidência brasileira os destruiu, sobretudo os bondes, pelo baque, sobre os ferros, da marreta alucinada a concretizar ordens insensatas; quanto aos ônibus elétricos, simplesmente os deixaram recair na insolvência pela falta de uma noção que mistura a avaliação correta do futuro com o dever de preservar, a todo pano, o bem da coletividade.

  Sem os bondes e os ônibus elétricos, o Recife ficou menos romântico, para depois ser atacado por uma forma de transporte mais anárquica imaginável. Entupiram-se os corredores por onde se escoa o grosso do fluxo automotriz, quase como que embargando o movimento do trânsito. A segurança da população servida deixou de ser item prioritário para a execução do transporte coletivo. Estabeleceu-se uma concorrência já aqui averbada de predatória entre as empresas que se estruturaram para o exercício de permissionárias e as kombis, vans e assemelhados que se imiscuiram na barafunda das ruase avenidas, tornando-as imprestáveis para a circulação das pessoas e veículos.

  Haverá, doravante, um centro citadino de maior âmbito, no qual não poderão trafegar os carros do transporte dito "alternativo". O lugar destes veículos é a ligadura de um a outro bairro e as áreas de difícil acesso a veículos de maior tamanho.

  Tudo bem, a disciplina está em linhas gerais estabelecida no giz sobre o mapa, restando agora verificar se o novo esquema estruturador do trânsito do Recife funciona na prática. Claro, haverá resistências a superar e dificuldades operacionais que só o teste no campo colocará nos devidos termos. O Poder Público, de outro lado, não pode descuidar da vigilância, que é o seu compromisso social de exercer sobre as empresas permissionárias, para que elas não tornem a fazer aquilo de que mais foram acusadas desde a remota antiguidade recifense: de "economizar" ônibus nas horas de pique, para apenas devolvê-los à circulação quando a enchente humana dobre ou triplique nas horas de rush.

  Não se estudou e meditou tanto sobre o sério problema, não se elaborou uma lei difícil de formular, não se gastaram tantos homens-hora e nem esperou quanto tempo a população, para que se fique só no papel, com a agravante da volta do tumulto ao trânsito.

Carta ao leitor

A guerra pelo ouro negro

José Antônio P. Vianna
Economiasta e professor de Relações Internacionais Latino-americanas da FIR

Literalmente, torna-se muito difícil aceitar uma guerra, mesmo quando se fala que há um inimigo poderoso, rondando e ameaçando vidas humanas. Temos visto uma verdadeira barbárie nessa guerra entre Estados Unidos e Iraque, onde um toma a posição do bem, guardião da paz, e o outro, embora considere o inimigo o próprio Satanás, é considerado o mal, o qual deve ser banido da terra.

  Os Estados Unidos têm dito ao Mundo que se trata de uma guerra para libertação do povo iraquiano. Não podemos entender que tipo de libertação é esta, quando se têm visto tantas pessoas inocentes morrendo, num verdadeiro massacre à humanidade.

  O sr. Bush tem relatado que teve uma experiência com Deus, tornando-se uma nova criatura, ao ter aceito Jesus como seu Salvador. Biblicamente está correto, mas, na Nova Aliança com Deus, o sr. Bush esqueceu que a luta do cristão não é contra a carne e o sangue, mas contra principados e potestades, inimigos espirituais do cristão, como está no livro de Efésios.

  Por outro lado, Isaque, filho da promessa, do relacionamento de Abraão e Sara, e Ismael, filho de Abraão com Hagar (a escrava), foram abençoados igualmente pelo Deus Pai - criador da Humanidade, segundo o Livro de Gênesis na Bíblia. Portanto, se nessas descendências estão os povos norte-americano e iraquiano, o Deus Pai, tão inquirido por ambos, não deixou de reconhecê-las e abençoá-las, como está inserido no livro acima citado.

  Deixando de lado o contexto bíblico, tão aludido nos argumentos dos dois gladiadores, para analisarmos o processo histórico das nações envolvidas, vamos observando que os fatos mostram que o homem está sempre querendo suplantar o outro, inclusive matando-o, quando achar que deve fazê-lo.

  Os Estados Unidos iniciaram sua hegemonia pela América do Sul, quando se sentiram fortalecidos pela descoberta e corrida ao ouro californiano.

Até aquele momento, a América do Sul se voltava para Europa, onde o processo de colonização fazia essa região dependente do regime europeu.

  Com a queda dos regimes monárquicos, os Estados Unidos avançaram na América do Sul, exercendo sua tutela sobre os países da região. Posteriormente, sua hegemonia alastrou-se no mundo com a I e II Guerra Mundial, onde saíram ilesos e com bastante recursos para financiar apoios.

  Para consolidar toda esse exercício norte-americano no Mundo, veio o Planejamento da Nova Ordem Econômica Mundial, em Bretton Woods, criando instrumentos para exercer essa hegemonia, tais como : FMI, Bird e Gatt (logo após). Estava o Mundo sob uma nova ótica, a temática norte-americana, a qual trazia em seu mastro o símbolo da moeda líder e o de guardião da Humanidade.

  Aprofundando e buscando motivos para essa guerra, observamos que o Iraque é detentor da segunda maior reserva de petróleo comprovada do mundo, cerca de 112 bilhões de barris (o primeiro é Arábia Saudita com 262 bilhões de barris). Ora, nesse contexto, segundo alguns especialistas, o Mundo terá ainda 40 anos para usufruir desse ouro negro.

  Entretanto, segundo a Agência Norte-americana de Petróleo, o Iraque ainda detém 200 bilhões de reservas de petróleo estimadas, o que daria 40 ou 50 anos ao Mundo de sobrevida e mais um século de importação aos Estados Unidos, um país que tem um consumo diário de 18 milhões de barris e importa aproximadamente 10 milhões.

  Sr. Bush, diante da necessidade premente do seu país pelo petróleo, nós só podemos entender que as suas contas o levam a investir bilhões de dólares numa guerra, para retirar alguns trilhões num futuro muito próximo, mesmo que isso cause a morte de milhares de pessoas.

  Até quando a Humanidade terá que suportar os devaneios de mentes insanas, as quais defendem seus próprios interesses, acima de qualquer coisa? Quantos inocentes estão pagando com a sua própria vida o preço desses interesses?

  A você, sr. Bush, nosso simplório conselho, vindo das secas profundezas do Nordeste brasileiro e, ainda, da nossa genealogia, "minha vó": nunca tire sangue de tapioca.

A questão dos planos de saúde

Inocêncio Oliveira
Deputado federal por Pernambuco

No exato momento em que o funcionalismo público federal - dos três Poderes - é punido com o reajuste salarial de apenas 1% e um abono linear de 60 reais para todas as categorias, a classe média brasileira - constituída, em boa parte, de funcionários públicos, clientes dos planos privados de saúde - é surpreendida com a notícia de que as operadoras desses planos querem um reajuste de 15%.

  O Governo oferece, através do Ministério da Saúde e da Agência Nacional de Saúde Suplementar - ANS, um reajuste de 7%, que parece ser bastante justo pois os contratos entre operadoras e mutuários já contemplam reajustes. Uma apólice de segurado com mais de 65 anos de idade mostra que o segurado e seus dependentes têm seus prêmios reajustados anualmente em 5% do seu valor, por mudança de idade. A esses 5% viriam acrescentar-se, caso prevaleça a reivindicação da Abramge (Associação Brasileira de Medicina de Grupo), os 15% anunciados, totalizando 22%. A Medida Provisória 1801, de 17.06.99, estabelece a repactuação para os contratos anteriores à vigência da Lei 9656, que contenham cláusula de reajuste por mudança etária, garantindo a diluição do percentual previsto contratualmente, ou seja, a sua compensação nos aumentos anuais concedidos pela ANS. As operadoras não vêm cumprindo essa regra e nas repactuações para idosos - acima de 65 anos - estabelecem novas cláusulas leoninas. Nos casos de planos coletivos/empresariais pretendem da ANS um reajuste de 20%.

  O aumento de 7% pode ser considerado baixo pelas empresas, mas é muito alto para o bolso dos clientes, quase todos vivendo de salários, pensões ou aposentadorias, que têm os seus reajustes controlados pelo Governo e em níveis abaixo da inflação, desde 1992.

  Nacionalmente, os Procons e as Associações dos Usuários de Planos de Saúde movimentam-se par impedir que a ANS ceda às pressões e querem, com justa razão, participar das discussões sobre os índices de reajuste, reclamando acesso às planilhas de custos das operadoras, algumas delas ligadas a instituições bancárias.

  O "negócio da saúde" no Brasil tornou-se um dos maiores desafios dos Governos, nos últimos anos, e só a ampliação dos serviços do SUS poderá minimizar os custos sociais provocados pelo precário acesso aos serviços de assistência médica. Hoje, o SUS é procurado pelos brasileiros das faixas de classe média "b" e "c" e somente aqueles que dispõem de rendimentos mensais acima de 20 e 25 salários mínimos mensais é que podem contratar planos individuais de saúde, assim mesmo registrando alguma inadimplência, conforme pode-se constatar numa rápida pesquisa junto aos registros das Operadoras.

  A cada ano, aumentam as pressões das Operadoras sobre a Agência Nacional de Saúde Suplementar e o próprio Governo para reajustes freqüentes e mudanças de tabelas e serviços. Paralelamente, aumenta significativamente, nos órgãos de defesa do consumidor, o número de reclamações contra os planos de saúde. E entre os profissionais de saúde, a avaliação dos planos de saúde não é favorável. Um pesquisa nacional realizada pelo DataFolha com os próprios médicos revelou que de uma escala de 0 a 10, 2/3 destes profissionais atribuíram notas entre 0 e 5 para os planos, ou seja, uma nota média muito baixa, de apenas 4,66. É um indicativo eloqüente de que há problemas no setor.

  Somente com a extensão da medicina social, no Brasil, poderemos conter essa "maré montante" de custos dos planos de saúde, reequilibrando o setor com a fiscalização do Estado na prestação de bons serviços de medicina curativa e preventiva, sem desmerecer a participação complementar do setor privado sério, que tem na medicina não um motivo de lucro mas de prestação de serviço de cunho social.

Fernando Figueira, servo e rei

Bertoldo Kruse G. de Arruda
Presidente do IMIP

A glória, dizia Lamartine, é o nome repetido. No caso de Fernando Figueira é a repetição do nome com a ressonância do reconhecimento pelo legado de uma obra que lhe assegura a perenidade no tempo porvindouro, pois a glória autêntica não há de confinar-se à notoriedade em vida. Temos de louvar-lhe a coragem e o descortino, a militância aguerrida em benefício de uma sociedade mais justa e mais humana; temos de enaltecê-lo por ter sido capaz das grandes ações e dos grandes gestos, distinguindo-se pela operosidade e pelo anseio de fazer e de criar; temos de admirá-lo por ter sido um protagonista nunca omisso das lutas em defesa dos mais pobres e oprimidos. Isso tudo com a calma e a certeza dos caminhos a percorrer, utilizando uma mensagem social, às vezes contundente, para certas elites equivocadas, e dando o recado mais edificante do humanismo do nosso tempo.

    Assim, na história da medicina, Fernando Figueira permanecerá como uma das mais nítidas referências, porque são raros aqueles que terão tido, ao longode toda a existência, mais destreza na argumentação, mais viço nas idéias, mais constância em tudo quanto de si oferecia. A nosso ver, representava uma rara, rica e singularmente forte personalidade, de sua presença nascia um sentido de autoridade e sua religião maior foi professar uma estreita e permanente comunhão com os desassistidos, jamais lhe faltando destemor ao assumir a responsabilidade dos seus atos, e primando pela coerência de um comportamento austero.

  Podemos afirmar que em Fernando Figueira coexistiam três personalidades que compunham uma unidade - o homem que vivia o cotidiano, ao conversar sobre coisas, amigos, Imip e política; o homem realizador de uma vasta obra que lhe assegura a permanente consagração; o homem público que traduziu na prática o que ensinou na cátedra. Personificava o homem que balizou o seu caminho com triunfos, exemplarmente solidário nos momentos adequados; que pensou com autonomia de esperanças e de sonhos; que foi empreendedor de múltiplas realizações, que não cabe aqui historiar, as quais constituem provas de sua vitalidade e operosidade. Enfim, o realista e visionário que ia descortinando horizontes pela força renovadora do seu ideário, sendo esse toque de renovação um dos segredos de sua forte presença viva, característica de um imaginoso jamais contido no ímpeto da sua própria imaginação.

  Portanto, o saldo de sua vida é perdurante, e nos momentos de desânimo devemos voltar a Fernando Figueira em busca de estímulo e inspiração. Nele vemos uma daquelas figuras que a morte ceifa e que dificilmente se substitui. A lembrança que dele guardamos é viva e numerosa, retém as várias faces do mesmo grande homem e nos faz sentir um vazio, uma saudade e uma certeza: a certeza de que sua obra maior, o Imip, será sempre mais valorizada. Entre os seus méritos, o de nunca ter se afastado do ambiente que constituia para ele o mundo de recordações, do cenário imipiano que há de ser sempre o seu mundo, a concretização do sonho que viveu intensamente.

  Estas minhas palavras procuram traduzir a saudade do mestre de vida, de amigo das coisas agradáveis e enriquecedoras, cuja morte reuniu em torno de sua pessoa, de sua obra, toda a comunidade pernambucana. Enquanto vivermos, ele será mais do que uma saudade. Será uma presença inesquecível, porque morrer, dizem os filósofos, não é render-se, é mudar de pátria. É dormir um sonho e acordar-se noutro. Agora, ele está diante de Deus. A melhor definição do humanista que perdemos, fomos encontrar nos versos de Maximiano Campos: "Servo apenas do ideal e sonho, e rei da sua vontade".

Bom-dia, Recife

Ronildo Maia Leite
Jornalista e diretor do Arquivo Público Estadual

Cora o milho sobre as brasas, favor não deixá-lo queimar ou tostar. Deixe-o assar devagarinho. Delicadamente, vá rolando a espiga. Rolando, rolando em cima das brasas. Importante: não aja fumaça. Então, ele vai pegando aquele bronze, feito o bronze das mulheres muito brancas deitadas na praia. Isso porque o milho é de extremíssima sensualidade. Disseram-me tratar-se de planta andrógina. Produz flores masculinas e femininas, que barato camaradas. Adultas, as espigas fêmeas têm fios tão longos que lembram loiras cabeleiras puxando pro castanho, amarronzadas. Quando ainda bonecas, os pelos são brilhantes como o das meninas deitadas ao sol. Penugem loura, inda nascente, aparecer garotas de doze, treze anos. Por isso, recomendo: com a menina todo cuidado é pouco. Com a espiga, eu queria dizer. Ela deve ser desfolhada de mansinho, folha a folha. Assim, assim, oh... assim, como quem vai despi-la, folha a folha. Na ponta dos dedos, como se a cometer carícias estivesse.

  Assa-se o milho como quem aquece o corpo noutro corpo. Suave fricção de pele. O calor, brando calor ardendo no sexo dos poros. Que bom tivéssemos todos nós, homens, mulheres, feito as espigas de milho um sexo em cada poro. Num caldeirão de amor se coze a menina. A espiga, eu queria dizer, que tanto se come como se saboreia, chupando a sua aguinha morna e salgada como o inconfundível suor das jovens muito limpas. No fogão, vira canjica. Doce, suave, molhadinha como o lábios necessariamente sem baton. Empalhada, ela é pamonha. Na forma, é bolo. Cozida no leite, é munguzá. No vapor do banho-maria, vira cuscuz, que deve ter leite, mas não tanto, mas absolutamente cheinho, ponteagudo e de um redondo alongado como seios. Tudo isso sem falar nas outras espigas fêmeas, com as quais se faz o sorvete e o sonho. Nem da nulher-polenta, feita de angu com leite de coco, toda coberta com molho de tomate e cebola, além do suavissímo queijo ralado. Tampouco da mulher-suflê, escandalosamente maravilha. Nuinha no prato, num leito de ovos e maizena. Nem da mulher-berinjela, dourada na cebola e no azeite. Apetitosa se a ela se juntar a polpa do milho escorrido, refogado. Finalizada com bacon. No forno brando, é claro, camaradas.

  E o que dizer da mulher-salada deitada em travessas de alface, rodeada de rodelas de pepino. Temperada no sal dos mares, na pimenta dos males, nos açúcares do beijo. E na mulher-creme-de-milho. E na outra, a de cuscuz paulista. E noutras, noutras mais, como a famosa mulher de lulas com milho verde, frita no conhaque e no flambe, servida com arroz branco. E as taladinhas de fubá? E as broinhas de milho? E as pão de farinha de milho, camaradas? Ah, fofinhas de junho, permiti que eu me sufoque no caracol desses cabelos.

  A festa junina está mais pra mesa do que pro altar. É mais gulodice do que religiosidade. O que dizer das quadrilhas e o tal do alavantu ao redor das fogueiras. A moça alevanta a saia. Alevanta, sacode, rodopia, aparece tudo. Alavantudo, camaradas. Sou do tempo em que os homens se arrepiavam todo olhando calcinhas bordadas. Que não têm nada de típicas, mas de coloridas palhas cobrindo bronzeadas espigas de penugens negras, castanhas, louras, sararás. Ah, cuidado com as espigas sararás. Numa delas, me tostei. Assados me sobraram beiço e língua. Por isso, inda hoje sou um homem de certa maneira estorricado, camaradas.

Os artigos publicados nesta seção não refletem, necessariamente, a opinião do Diario de Pernambuco

FRASES DA SEMANA

Não temos que ter 500 políticas diferenciadas. Não temos de criar a marca do prefeito, do secretário ou do vice-secretário. A marca é da sociedade.

Luiz Inácio Lula da Silva, presidente da República, defendendo a necessidade de uma política social unificada

Não é agradável morar numa cidade em que nem as crianças podem ir à escola, e, quando vão, correm risco. Meu sentimento é de muita tristeza.

Dom Eusébio Oscar Scheid, arcebispo do Rio de Janeiro, lamentando a onda de violência que assola a cidade

Espero que o território sírio não se transforme em um paraíso para criminosos de guerra e terroristas.

Donald Rumsfeld, secretário da Defesa dos EUA, advertindo a Síria para não abrigar simpatizantes de Saddam Hussein








 

 
 
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