Edição de Sábado, 7 de Dezembro de 2002
 

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Impressão de jornais é tarefa complexa

Parque gráfico do Diario é o mais moderno da região e pode imprimir 70 mil exemplares por hora

Imprimir um jornal é uma tarefa complexa. Para realizar o trabalho, a Diretoria de Tecnologia trabalha com cerca de 88 funcionários, que cuidam tanto da produção do jornal quanto do suporte de informática e desenvolvimento. Todo o trabalho conta com o suporte técnico de profissionais especializados em todos os níveis e da rotativa mais moderna do Nordeste brasileiro.

  A máquina, uma off-set Goss Newsline, foi importada de Chicago, Estados Unidos, e deu uma nova dinâmica ao setor gráfico da empresa, sendo capaz de imprimir 70 mil exemplares por hora, quando, anteriormente, a capacidade máxima era de apenas 30 mil. A qualidade e a capacidade de impressão são as características mais marcantes do equipamento - que permite a impressão de cadernos de 32 páginas, onde 16 delas são em policromia (coloridas).

  Além da agilidade, a nova rotativa reduziu a perda de matérias-primas utilizadas no processo de elaboração do jornal, gerando economia de tintas e papel. "Com ela, nós também imprimimos as edições diárias d'ONorte, Paraíba, O Borborema, de Campina Grande, e da edição completa da Gazeta Mercantil, distribuída para as regiões Norde e Nordeste", conta o Diretor Aírton Ciulada. Parece um contra-senso, mas não é. "A Gazeta ganha qualidade de impressão e velocidade, o que compensa a distância", revela o diretor.

  A tecnologia hoje a serviço do jornal permite que cada página fique pronta em cerca de trinta minutos. Mas nem sempre foi assim. Antes da chamada paginação eletrônica, todas as etapas aconteciam em outro ritmo. Até 1978, o processo era feito através do linotipo - placas de chumbo para compor as reportagens e anúncios -, levando-se quase três horas para se preparar uma página. De 1978 a 1992, período em que se implantou a fase inicial da paginação manual, a elaboração de uma página levava aproximadamente duas horas e meia para ser finalizada. A segunda etapa manual ocorreu durante quatro anos - 1992 a 1996 - e permitiu que a conclusão caísse para 96 minutos.








 

 
 
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