Edição de Sábado, 9 de Novembro de 2002
 
Início Diario de Pernambuco Viver Carlos Bartolomeu dá impulso à carreira

Diario

Índice Geral
Expediente
Ed. Anteriores
Assinaturas
 

Cadernos

Política
Brasil
Mundo
Economia
Esportes
Vida Urbana
Viver
 

Suplementos

Revista na TV
Empregos
Viver Mulher
Viagem
Informática
Saúde
Carro
Imóveis
 

Serviços

Loterias

 

Viver

Carlos Bartolomeu dá impulso à carreira

A Ilha do Tesouro é o primeira montagem infanto-juvenil da carreira de Carlos Bartolomeu. A encenação também marca a produção associada da Ilusionista Produções, que iniciou os trabalhos com A Verdadeira Estória de Chapeuzinho Vermelho e da Trupe do Barulho, de Cinderela, a Estória que sua Mãe não Contou. Professor da Universidade Federal de Pernambuco, Bartolomeu procura unir em suas encenações o resultado dos ensaios, ou seja, o produto espetáculo e a aprendizagem do ator. Para compor o elenco, formado por 11 atores, foram realizadas audições públicas para atores e bailarinos, com cerca de 100 candidatos. A última peça que ele dirigiu foi Para um Amor no Recife, em 1999, com texto também de Moisés Neto e produção de Simone Figueiredo.

  Bartolomeu dirigiu belos espetáculos no Recife. Ultimamente, ele vem encenando pouco. Em parte pelos compromissos acadêmicos, inclusive um mestrado que desenvolveu nos últimos anos na Paraíba; em outra, porque normalmente quem convida os diretores são os produtores. Entreas encenações do seu currículo estão as peças As Bacantes e A Mais Forte.

  Bartolomeu considera dissonante o teatro de Moisés Neto. Ele dá seu depoimento, na página do autor (www.moisesneto.com.br): "A dramaturgia de Moisés Neto explora e apresenta o mundo íntimo de seu autor e de sua convivência com o mundo de nosso irrealismo teatral... Espelho quebrado, enquadra o ilusório de nossa materialidade, delimitando o espaço tragicômico de conviver, do re/criar, gritando dissonante por afeto, compreensão e palco".

  O próprio Moisés se considera um underground. Autor de várias peças curtas, que foram encenadas ao longo das décadas de 1980 e 1990 em espaços alternativos, ele se diz meio invisível, quanto ao reconhecimento da cidade do Recife. Com A Ilha do Tesouro, uma paixão de adolescente, com seus piratas e perigos, Moisés envereda por terreno mais lúdico. Além da temporada no teatro Armazém, sua produtora também vai levar a peça às periferias. O projeto inclui a busca por formação de platéia para o teatro, ao mesmo tempo em que irá incentivar atividades de leitura, com a participação de escritores pernambucanos.


Voltar






 

 
 
Sua Opinião


Copyright 2001 - Pernambuco.com

Todos os direitos reservados.
É proibida a reprodução parcial ou total do conteúdo
desta página sem a prévia autorização.
diario@dpnet.com.br