Tendo em vista matéria publicada no último dia 9, na qual fui citado como "garoto propaganda" que se "apresentava" como médico no guia eleitoral do deputado Eudo Magalhães, venho prestar os seguintes esclarecimentos:
1 - A insinuosa expressão dava a entender que eu apenas me "apresentava" como médico. Corrigindo a infelicidade do termo empregado, esclareço que, em 1999, conclui o curso de medicina pela Universidade Federal de Pernambuco.
2 - Jamais fui "garoto-propaganda". Limitei-me, como filho, a pedir o voto dos que têm a família como credencial básica para quem disputa mandato popular. Vim a público por amor e por justiça. Feliz quem não precisa usar garotos-propaganda, sendo a família o testemunho maior. Garoto sou enquanto aprendiz e nos meus 26 anos. Garoto-propaganda não. Não me apresentei somente agora. Fui árduo defensor da verdade desde as primeiras calúnias assacadas contra meu pai. Publiquei artigos. Antes e depois de o STF reconhecer NULA, e, portanto, INJUSTA sua cassação. Ademais, inverídico afirmar que meu pai não tenha aparecido no guia eleitoral. Fácil conferir nos arquivos das emissoras.
Falou ele em algumas inserções e falei eu em outras. Acredito que os 25.777 pernambucanos que confiaram seu voto compreenderam a mensagem que quisemos passar. Se não foram suficientes para conferir-lhe o mandato, apesar de 19.538 o ter sido em outras coligações, foi o bastante para dizer que o eleitor não "cassou" seu mandato. Pelo contrário, demonstrou a força que têm os que, de cabeça erguida, lutam pela verdade.
Clodoaldo Magalhães Oliveira Lyra