Consoles possuem hoje mais poder de processamento e divertimento
Aquiles Lopes
Da equipe do DIARIO
"Eu sou o cavaleiro negro, à procura de um desafio". Quem tem mais de 25 anos certamente lembra da frase, dita por uma enorma máquina de fliperama toda vez que o jogador perdia uma partida. Eram os primeiros passos do videogame, que ainda nos anos 80 deixaria os flipers para ganhar as residências. Quase 20 anos depoi,s o mundo dos games mudou muito: as máquinas ficaram cada vez mais rápidas e portáteis, os gráficos são impressionantes, é possível jogar em rede e alguns consoles substituem até os DVD's, como aparelhos domésticos.
A indústria de games é hoje uma das mais poderosas do mundo, com gigantes como Sony, Microsoft e Nintendo lutando pela liderança do mercado. Para conquistar mais adeptos, as empresas preferem não inovar tanto nos modelos, para que eles tenham uma vida maior. A estratégia é desenvolver, a cada temporada, games e periféricos novos (como joypads) para aumentar as vendas entre os aficcionados.
A Nintendo, campeã de vendas no Brasil, está colocandoo o GameCube no mercado nacional e espera quebrar recordes de público com o novo console. O GameCube não é nenhuma novidade nos Estados Unidos ou Japão, maiores consumidores mundiais, onde foi lançado há um ano, ultrapassando a marca de 12 milhões de unidades vendidas. "É o melhor sistema de videogame do mundo", diz Rodrigo Camargo, gerente de marketing da Gradiente.
Mas será que vale a pena gastar cerca de R$ 1200 para ter um videogame em casa? Os fãs garantem que sim e juram que jogar no console é bem mais emocionante que nos PC's, afinal os hardwres e softwares foram programados para isso.