Um incêndio destruiu o casarão de três pavimentos da Casa Granado, fundada em 1870, no centro do Rio de Janeiro, que era tombada pelo Patrimônio Histórico. Não sobrou nada onde funcionava desde 1912 a fábrica do polvilho antisséptico, apesar da ação de 80 homens do Corpo de Bombeiros. No local trabalhavam 600 funcionários, gerando, além de tradicionais produtos, uma receita de R$ 50 milhões por ano.