O racionamento de energia ainda nem havia começado e a situação já estava difícil. O comércio varejista do Estado registrou uma retração de 0,59% em abril passado, comparada com o mês anterior. Na relação abril 2000/2001 a queda foi de 0,26%. O setor de hipermercados, supermercados e produtos alimentícios são apontados como causadores do índice negativo, por terem colaborado com 0,26%. Os índices nacionais também não são satisfatórios. Em abril, o comércio ficou negativo em 2,52%, frente ao mesmo período de 2000. O segmentos apontados como causadores foram artigos de uso pessoal e doméstico (-7,26%) e combustíveis e lubrificantes (-6,64%). De positivo apenas veículos e motos (12,08%) e móveis e eletrodomésticos (2,78%). Os dados fazem parte da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) divulgada ontem pelo IBGE.