Nem mesmo a concessão de privilégios tributários foi capaz de fazer com que os clubes de futebol brasileiros, federações estaduais e empresas ligadas à modalidade quitassem seus débitos com o INSS. Segundo dados apurados pelo grupo especial de auditores fiscais da Diretoria de Arrecadação da Previdência, criado há um ano para fiscalizar esse tipo de recolhimento, estima-se que o rombo nos cofres do governo possa ultrapassar os R$ 100 milhões. O maior sonegador é o Flamengo, com uma dívida de R$ 21 5 milhões.