SÃO PAULO - A dois dias do início do Campeonato Nacional Feminino de Basquete, a equipe de Jundiaí, administrada por Karina, ainda não confirmou presença na competição. Já a CEO/Unimed/Ourinhos conseguiu completar o grupo, que foi campeão paulista com apenas oito jogadoras, para jogar o Nacional. Karina observou que vence hoje o prazo que pediu às atletas e, se não houver resposta positiva sobre um novo patrocínio, depois da saída da Quaker, vai dispensar as que tiverem convites, como a ala Adriana Santos e a armadora Adrianinha. Ambas poderão atuar em Santo André (a ala Adriana não vai mais para a Espanha).
Karina disse que hoje terá a resposta de duas empresas que poderão patrocinar o time, mas não disse o quanto competitivo ele poderá ser. O próprio técnico da equipe e da Seleção Brasileira, Antônio Carlos Barbosa, não tem certeza se continuará na função. Ontem, Barbosa estava em Bauru aguardando resposta. O técnico voltou a trabalhar em Jundiaí, depois de quase dois anos de desemprego, em 1998 e 1999.
A Confederação Brasileira de Basquete (CBB) limita-se a adotar uma posição burocrática, distante dos problemas que os clubes enfrentam para montar times competitivos, mesmo depois da medalha de bronze ganha pelas meninas nos Jogos de Sydney.