No dia 22 de junho de 1865 era divulgada a ordem do dia
(anterior) do Comando das Armas de Pernambuco dando conta de que seguia
para a corte mais um corpo de voluntários da pátria organizado
na província, sob o comando do tenente-coronel Apolônio
Peres Campelo. "Pernambuco - dizia a ordem do dia - orgulha-se
de ter filhos como estes, que se impuseram o nobre e duplo dever de
expelir do solo pátrio as hordas paraguaias, que o invadiram
pelo lado de Mato Grosso, onde os seus irmãos gemem sob o jugo
insuportável do tirano López, invasão que pretendem
também levar a efeito pelo lado do Rio Grande do Sul, e lavar
a nódoa salpicada sobre o nosso pavilhão pelos selvagens
daquele Estado; e orgulha-se ainda porque contempla nestes seus filhos
os descendentes de seus esforçados varões que, por sua
nunca desmentida fidelidade, inabalável constância e inauditos
sofrimentos - e sobretudo pela sua valente espada - conquistaram para
a nossa cara pátria glória e fama e atraíram sobre
si não só o respeito e admiração dos seus
compatriotas, como a do mundo civilizado".