Santa Catarina De sonho de criança a um dos maiores acervos de história natural do Brasil Localizado na Balnerário de Piçarras, Museu Oceanogra%u0301fico Univali tem cerca de 200 mil peças guardadas

Por: Ana Paula Neiva - Diário de Pernambuco

Publicado em: 25/07/2018 20:38 Atualizado em: 25/07/2018 20:49

Foto: Ana Paula Neiva/DP
Foto: Ana Paula Neiva/DP
Do sonho de um garoto que desde os cinco anos colecionava e catalogava bichos, nasceu o Museu Oceanogra%u0301fico Univali (MOVI), localizado às margens da BR-101, no Balneário de Piçarras, em Santa Catarina. Aos 12 anos, Jules Marcelo Rosa Soto já não tinha como guardar tanta coisa e foi obrigado pela madrinha, com quem morava, a separar os animais dos insetos. Foi então que resolveu doar seu acervo para o Museu de Ciências da PUC-SC. Aos 16 anos, em 1987, Jules se emancipou e fundou então o Museu de Oceanografia, que está entre os quatro principais acervos de história natural do Brasil.

Foto: Ana Paula Neiva/DP
Foto: Ana Paula Neiva/DP
Atualmente, cerca de 1,5 mil peças estão em exposição. Ao todo são 200 mil guardados. Em 1992, a Univali criou o curso de Oceanografia e trouxe o museu para o campus de Piçarras. Nele, encontra-se o maior animal conservado do mundo: um tubarão baleia de nove metros. Somente seu acervo biológico está avaliado em R$ 30 milhões.

O MOVI faz parte do Conselho Internacional de Museus (ICOM) junto aos museus de histo%u0301ria natural (NATHIST), desde 1994, e seu sistema de curadoria adota os crite%u0301rios e%u0301ticos e técnicos estipulados por este conselho, como o Co%u0301digo de Deontologia do ICOM (2002). E%u0301 cadastrado junto ao Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM), o%u0301rga%u0303o federal que regula e orienta as ac%u0327o%u0303es museais no pai%u0301s e e%u0301 considerado “Colec%u0327a%u0303o de Excele%u0302ncia” pelo CNPq e “Instituic%u0327a%u0303o de Refere%u0302ncia” pela CAPES, indicado para trabalhos de po%u0301s-graduac%u0327a%u0303o em ni%u0301vel de pós-doutorado.

O museu fica aberto o ano todo, de domingo a domingo. Mas entre os meses de agosto até novembro, recebe mais excursões pedagógicas. A entrada custa R$ 30, e meia, R$ 15.


Os comentários abaixo não representam a opinião do jornal Diario de Pernambuco; a responsabilidade é do autor da mensagem.


Últimas