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Dica » Pet com medo dos fogos de artifício? Entenda qual é a melhor maneira para driblar o problema O especialista em comportamento animal e zootecnista, Renato Zanetti, explica que é importante entender a diferença entre medo e pânico para que o tutor saiba identificar qual a sensação de seu cachorro

Diario de Pernambuco

Publicação: 27/12/2017 16:02 Atualização:

Foto: Internet/Reprodução (Foto: Internet/Reprodução)
Foto: Internet/Reprodução


O fim de ano está chegando e para os pets não há coisa pior que os fogos de artifícios. A audição sensível dos cães e gatos só colaboram para que o barulho seja ainda maior para os animais. Eles são capazer de localizar com precisão a direção da origem do som em apenas 6 centésimos de segundo, até 45 mil hertz, ou mesmo ouvir quatro vezes mais longe que os humanos. 

O estrondo de fogos, então, são um grande estímulo para que os bichinhos desenvolvam uma espécie de trauma ou medo intenso, por isso fogem e acabam se ferindo. Quando estão em pânico, os cães podem até chegar a óbito, principalmente os que têm problemas cardíacos.

Por isso, o especialista em comportamento animal e zootecnista, Renato Zanetti, explica que é importante entender a diferença entre medo e pânico para que o dono do animal saiba identificar qual a sensação de seu cachorro. “Medo é quando o animal sente que está em perigo, mas não faz coisas estranhas que normalmente não faria. Já o pânico é um nível maior e faz com que o pet não consiga processar muito bem essa emoção. O pânico impede que tenham a percepção do ambiente, podendo levar o cachorro a atravessar portas de vidro, escalar paredes, subir em telhados e até saltar de muros altos”, conta. 

Foto: Pixabay (Foto: Pixabay)
Foto: Pixabay


Para que isto não aconteça, o profissional lista algumas dicas para minimizar o problema: 

1. Estar em um lugar tranquilo, com o mínimo de barulho possível para que o pet não fique estressado e consequente sinta medo ou pânico;

2. Abafar o som externo. Deixar o ventilador ligado, colocar uma música calma, fechar janelas e portas;

3. Adaptar o cachorro ao ambiente que irá passar o ano novo, seja em casa sozinho ou em um day care;

4. O espaço tem que ser seguro para o cachorro. Todos os possíveis locais que eles possam escapar, devem estar fechados, como portas e janelas;

5. É importante disponibilizar tocas para ele se esconder, locais como embaixo da cama, dentro de caixas, dentro do banheiro, dentro da casinha ou uma caixa de transporte;

6. Disponibilizar petiscos diferentes ou comidas congeladas e brinquedos recheáveis para distraí-lo e estimulá-lo;

7. Se o pet ficar sozinho, o espaço deve ser livre de prateleiras, vidros, objetos de decoração ou porta retrato. Isso evita que ele se machuque;

Foto: Internet/Reprodução (Foto: Internet/Reprodução)
Foto: Internet/Reprodução

Dog Solution 
No mercado há seis anos, o grupo é pioneiro na aplicação do enriquecimento ambiental para cães em grupo de grandes cidades. Hoje a Dog Solution é referência para novos centros e Renato Zanetti atua ministrando palestras e Workshops sobre bem-estar animal e a idealização do Day Care Ideal.

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