Líder de seita satanista confirma processo contra série da Netflix A série 'O mundo sombrio de Sabrina' é acusada de plagiar estátua satânica projetada pelo grupo

Por: Correio Braziliense

Publicado em: 09/11/2018 09:56 Atualizado em:

Objeto na série é o responsável por desavença jurídica. Foto: Netflix/Divulgação
Objeto na série é o responsável por desavença jurídica. Foto: Netflix/Divulgação
A seita satânica The Satanic Temple entrou com um processo de direitos autorais contra o serviço de streaming Netflix e os estúdios Warner Bros. pelo uso de uma estátua na série O mundo sombrio de Sabrina, que estreou no último 26 de outubro. A confirmação foi dada pelo líder do grupo, Lucien Graves por meio de uma conta no Twitter.

De acordo com o norte-americano, o grupo produziu a estátua em 2013 – segundo uma iconografia datada do século 19 - e  mantém a obra em um templo, na cidade de Detroit, nos Estados Unidos. Graves ainda afirmou que a representação estátua, conhecida pelo codinome Baphomet, na série tem uma representação estereotipada do mal.

“Sim, nós estamos tomando uma ação legal pelo fato de O mundo sombrio de Sabrina se apropriar de uma obra nossa com direitos autorais, projetada para promover o ficcional, e asno, pânico satanista deles”, escreveu Graves.



 
Em outro tuíte, o líder satanista também escreveu sobre, o que lhe é considerado, uma má representação do grupo: “Nós somos um grupo religioso com um único e central ícone, que foi apropriado sem nossa permissão em uma série que o usa para simbolizar um culto canibalista do mal”.
 
Os valores relacionados ao processo ainda são incertos. De acordo com os portais Variety e The Hollywood Reporter, a revisão pelos direitos autorais somam US$ 50 milhões, já o portal inglês NME e a revista People defendem que o valor pode chegar até US$ 450 milhões.

Diversos portais internacionais afirmaram terem entrado em contato com a Netflix e os estúdios Warner para comentar o caso. Entretanto, nenhum dos dois responderam aos questionamentos.





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