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Polícia Ator Darlan Cunha, o Laranjinha de Cidade dos Homens, é preso por violência doméstica Um mandado de prisão por lesão corporal e violência doméstica estava aberto contra ele

Por: Agência Estado

Publicado em: 02/03/2018 16:50 Atualizado em: 02/03/2018 17:10

Segunda temporada de Cidade dos Homens estreou em janeiro. Foto: Globo/Divulgação
Segunda temporada de Cidade dos Homens estreou em janeiro. Foto: Globo/Divulgação

O ator Darlan Cunha foi preso nesta sexta-feira (2), por volta das 14h no Rio de Janeiro. A prisão foi feita pela Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) na rua do Rosário, no Morro da Babilônia. "De rotina sendo encaminhado pra delegacia. Por atitude suspeita", escreveu ele na ferramenta Stories do Instagram, rede social na qual é seguida por mais de 70 mil pessoas.

De acordo com o comando, os agentes faziam abordagem de rotina a Darlan, quando foi identificado um mandado de prisão em aberto contra ele, por lesão corporal e violência doméstica. O ator foi conduzido para o 12ª DP de Copacabana e não quis dar mais informações.

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Em 2013, uma então namorada menor de idade de Darlan o acusou de agressão e cárcere privado. Porém, após audiências, a Justiça decretou que ele não apresentava ameaça à menina e que ela mentiu quando prestou queixa contra o ator. "A menina esclareceu que as coisas não ocorreram daquela forma. Ela negou a agressão e confirmou que tudo não passou de um acidente", disse na época o advogado do ator, Marivaldo Sena, ao jornal Extra. No entanto, como a acusação tinha sido feita com base na Lei Maria da Penha, a queixa não pode ser retirada. Apesar da mudança na declaração da jovem, Darlan não podia se aproximar mais da namorada devido a uma medida protetiva.

Darlan ficou conhecido por interpretar Laranjinha na série Cidade dos homens (2002 a 2005), posteriormente, Filé-com-Fritas no filme Cidade de Deus (2002) e Duca em Meu tio matou um cara (2004). Em 2017, após 12 anos, a minissérie que o tornou conhecido foi resgatada para uma nova temporada, que estreou em janeiro deste ano. A nova fase abordou questões como desemprego, maternidade, racismo, violência e tráfico.

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