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Música 'Eu vim para quebrar os padrões', diz Jojo Toddynho, do hit Que Tiro Foi Esse? Funkeira carioca se apresenta em prévia carnavalesca no Recife. Confira a entrevista

Por: Emannuel Bento - Diario de Pernambuco

Publicado em: 27/01/2018 19:15 Atualizado em:

Foto: Jojo Todynho/Divulgação
Foto: Jojo Todynho/Divulgação

Foi graças à publicação de um desabafo em vídeo no Facebook, em abril de 2017, que a trajetória de Jojo Toddynho - ou Maronttinni - começou a mudar. Ao conquistar milhões de visualizações, a carioca de apenas 20 anos fincou os alicerces para a estreia no mundo da música, contanto com o apoio de artistas como Anitta (que a incluiu no clipe de Vai malandra) e produção do DJ Batata. Hoje ela está à frente do hit Que tiro foi esse?, garantida nas playlists do carnaval. 

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A popularidade do funk foi alavancada por vídeos virais reproduzidos nas redes por famosos e anônimos, que se jogam no chão ao soar do “tiro” - gíria LGBT usada para expressar surpresa positiva. A repercussão é tamanha que a primeira apresentação da funkeira no Recife será como atração da edição de 70 anos do Bal Masqué, neste sábado (27), às 22h. Ela dividirá palco com Alceu Valença - homenageado da noite -, Preta Gil, Babado Novo, Patusco e Silvana Salazar. “Imagina a festa que vamos fazer juntos! Podem esperar um grande baile!”, diz.

Gleise de Jesus Menezes cresceu em Bangu, no Rio de Janeiro. Trabalhou como camelô, faxineira e telefonista. Mesmo com a fama, ela garante que o sucesso repentino não mudou sua essência. “Essa coisa de famosa não combina comigo. Continuo a mesma pessoa, com os mesmos amigos. O que mudou foi que agora estou sem tempo para curtir meus bons momentos ao lado deles”. Apesar da atividade artística não ter sido sua ambição desde o início, ela admite que o funk sempre se misturou com sua vida. “Quem já morou em comunidade sabe que o funk é a nossa luz no fim do túnel. Retrata nosso dia a dia e dá esperança para muito MC de sair da miséria”. 

A autoestima da cantora, que é negra, tem 1,50 m, 90 kg e sutiã de número 58, é outro motivo de atenção. “Eu vim para quebrar os padrões. Aceita que dói menos”, dispara, bem-humorada. Questionada sobre as críticas que recebe por sua aparência, ela é direta: “Ninguém é obrigado a gostar de ninguém. Quem gosta de mim, ótimo, quem não gosta, tá bom também!”. 

Serviço
Bal Masqué 2018
Onde: Clube Internacional do Recife (Rua Benfica, 505, Madalena)
Quando: sábado, às 22h
Quanto: R$ 65 + 1kg de alimento não perecível (arena social), R$ 55 (arena meia), R$ 90 (frontstage social), R$ 80 (frontstage meia), R$ 185 (lounge open bar), à venda na bilheteria do local

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