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Recife, 22/NOV/2017

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Arte STF barra condução coercitiva do ator que ficou nu em performance no museu O ministro Alexandre de Moraes concedeu uma liminar para anular a decisão tomada pela CPI dos Maus-tratos do Senado

Por: Viver/Diario - Diario de Pernambuco

Publicado em: 14/11/2017 18:07 Atualizado em:

Wagner Schwartz realizou a performance solo no MAM. Foto: YouTube/Reprodução
Wagner Schwartz realizou a performance solo no MAM. Foto: YouTube/Reprodução

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, concedeu, nesta segunda-feira (13), uma liminar para anular a condução coercitiva do artista Wagner Schwartz, que realizou, nu, a performance interativa La bête no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM). Na ocasião, uma criança tocou na sua perna e em sua mão. A coerção havia sido aprovada no dia 8 de novembro pela Comissão Parlamentar de Investigação (CPI) dos Maus-tratos do Senado, que procura "investigar as irregularidades e os crimes relacionados aos maus-tratos em crianças e adolescentes no país".

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No entanto, Alexandre manteve o efeito convocatório para que o artista compareça para depoimento, desta vez com seu direito de silêncio garantido. O pedido de condução coercitiva havia sido do presidente da CPI, o senador Magno Malta (PR-ES), com a justificativa de que Wagner foi convocado pelo colegiado para depor, mas não compareceu. De acordo com a assessoria de imprensa do STF, o artista alegou que não compareceu porque não recebeu a intimação, que teria sido enviada para o MAM-SP.

A ação judicial que pedia a anulação da condução coercitiva foi impetrada pelo movimento #342artes, que também está auxiliando outros artistas judicialmente. O 342 Artes surgiu a partir da reunião de mais de 100 artistas como uma resposta à suspensão de exposições como o Queermuseu, do Santander Cultural de Porto Alegre. Nas redes sociais, o grupo já publicou vídeos de nomes que apoiam o projeto, como Fernanda Montenegro, Caetano Veloso e Aline de Moraes.

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