Notícias, Esporte, Pernambuco, Política, Tecnologia, Vídeos, Fotos, Mundo, Divirta-se

Diario de Pernambuco Assine o Diario Central de assinantes
Pernambuco.com

Recife, 25/MAR/2017
 
cheia

  • Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no Google Plus Enviar por whatsapp Enviar por e-mail Mais
Música Blue & Lonesome, dos Rolling Stones, prova que o blues não morreu Álbum alcançou o topo dos mais vendidos nas paradas britânicas

Por: Correio Braziliense

Publicado em: 11/01/2017 20:36 Atualizado em:

Álbum foi o primeiro da banda em mais de 10 anos. Foto: Daily Mail/Reprodução
Álbum foi o primeiro da banda em mais de 10 anos. Foto: Daily Mail/Reprodução


Sem ele, não haveria o jazz, o soul e muito menos o rock’n’roll. Criado por escravos americanos (que o usavam como cantos de lamento durante o trabalho), o blues foi pai de vários estilos musicais, que beberam, sem moderação, de sua fonte. “O blues é a raiz, o resto são frutos”, definiu o músico americano Willie Dixon. O rock, sem dúvida, foi dos mais influenciados. Prova disso é o quanto grandes grupos do gênero estão impregnados de blues em seus trabalhos.

Um dos mais duradouros grupos de sucesso do rock (Keith Richards que o diga), os Rolling Stones lançaram recentemente um álbum em que celebram os grandes ídolos do blues. O álbum, Blue & lonesome, apresenta versões de artistas do gênero que influenciaram o rock criado pelos Stones, como Willie Dixon e Litlle Water.

O disco da banda britânica, que estava desde 2005 sem novos trabalhos, provou que o blues, em todo o mundo, está mais vivo do que nunca. Com Blue & lonesome, os Stones conseguiram vendas muito expressivas e alcançaram o topo da Billboard inglesa. A ligação da banda com o estilo é antiga, os Stones começaram como uma banda de blues e o próprio nome do grupo veio de um hit de Muddy Waters.

“Este álbum é uma homenagem aos nossos favoritos, às pessoas que nos motivaram. Eles foram a razão pela qual começamos uma banda”, disse Mick Jagger em entrevista sobre o álbum. Para ele, os bluesmen criaram um estilo completamente diferente do que existia até então. “Foi muito atrevido em comparação com a maioria das músicas pop. Falava com a experiência direta e os sons eram mais vibrantes, os ritmos mais interessantes e mais dançantes. Tinha um apelo instantâneo”, observou.

Sobre as críticas de que os Stones seriam brancos ou “estrangeiros” fazendo blues, Jagger contesta que isso seja, de fato, um problema. “Os artistas com quem falei  — Muddy Waters, Howlin’ Wolf, quando eles estavam vivos — pensaram que o afluxo de estrangeiros tinha ajudado, há uma troca”, acredita.

Acompanhe o Viver no Facebook:





Os comentários abaixo não representam a opinião do jornal Diario de Pernambuco; a responsabilidade é do autor da mensagem.









SIGA

Facebook

Google+

Twitter

Rss

[X Fechar]